Domingo, 5 de Setembro de 2010

Selecção de algumas aves para as exposições

Ágata Onix Branco


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Ágatas Onix Amarelos Intensos



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Castanhos Onix Amarelos Intensos


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Ágata Onix Amarelo Nevado


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Castanhos Onix Amarelo Intenso



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Castanho Onix Amarelo Mosaico(Macho)


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Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010

A Variola nos canários

Este trabalho foi escrito com base na minha experiência como criador, nos conhecimentos transmitidos por criadores mais experientes, na leitura de revistas ornitológicas, em pesquisas que efectuei na internet, meio onde consegui recolher a grande parte do conteúdo do documento supracitado.
Este artigo não foi escrito para ter um valor científico, apenas se apresenta superficialmente a doença supra-referida e como ela é vivida na prática, porque não foi essa a pretensão e nem esse o objectivo. O objectivo é no sentido de alertar todos os sócios do nosso clube para a importância de vacinar as suas aves e acima de tudo sensibilizar a nossa Direcção para que seja o primeiro clube em Portugal a ter um programa de vacinação da Varíola.

TRANSMISSORES/CAUSAS
Não se sabe quais os animais que possam transmitir a doença aos nossos canários. Pensa-se que sejam os insectos como os mosquitos ou melgas, mas também podem ser os ratos. Um veículo transmissor pode também ser o ar. O que é certo é que o vírus penetra no corpo da ave, através de uma ferida, picadela, bicada, etc.
Por estas razões a varíola aparece sobretudo durante a muda, pois é quando as aves estão mais cansadas e as partes do corpo desnudadas sendo um terreno favorável às feridas cutâneas, por onde penetra o vírus ou em canarios onde exista falta de higiene, pouca ventilação, excesso de população, má nutrição, aves já doentes ou infectadas.
A grande maioria dos agentes responsáveis pelas doenças quer sejam micróbios ou vírus, são específicos da espécie que eles contaminam. Assim sendo o vírus que origina uma doença num animal só é perigoso para os animais da mesma espécie.
Um exemplo concreto: Os cães podem ter hepatites virais, mas se injectarmos numa pessoa o vírus responsável pela hepatite do cão, a doença não se desenvolverá. Isto contraria a ideia de que o contacto físico com animais e pessoas pode ser contagioso à excepção da psitacose. Esta barreira não é só entre animais e o Homem, mas ela existe também entre animais de espécies diferentes, a saber: a varíola do pombo (Borreliota columbae) B.C.; a varíola da galinha (Borreliota avium) B.A.; a varíola do canário (Borreliota fringilidae) B.F.
Se injectarmos num canário o vírus da varíola do pombo, a doença grave não se desenvolverá no canário.

É aqui que aparece o conceito de portadores sãos. O canário guardará durante algum tempo o vírus do pombo. Caso o canário esteja em contacto com os outros pombos, o canário transmitir o vírus que ele porta e contaminar assim os outros pombos. Trata-se do caso de um portador são.
Os “portadores” são os animais ou o homem que propagam a doença contagiosa sem serem atingidos, daí ser importante proceder-se à quarentena. A quarentena consiste em isolar a ave adquirida num local diferente do local de criação, cerca de 2 a 3 semanas. Se a utilidade da quarentena não é discutível porque é válida para todas as doenças, então não haverá dúvida de que o melhor meio de prevenção das epidemias da varíola é a vacinação.

II – SINAIS/SINTOMAS

A varíola manifesta-se de duas maneiras: cutânea e/ou diftérica.
De forma cutânea, presencia-se o aparecimento de botões ou pústulas à volta dos olhos, bico e patas. Estas pústulas contém um líquido purulento que contém os micróbios. À volta dos olhos, estas pústulas podem supurar dando origem a uma conjuntivite e consequente perda da visão.

Quanto à forma diftérica, esta segunda maneira é a forma mais grave. Não aparecem lesões cutâneas, mas somente lesões internas. O diagnóstico desta mortalidade relativamente rápida não se pode fazer a olho nu, a não ser por autópsia. Só muito dificilmente pode ser diagnosticado através da observação de pústulas no interior do bico e da garganta das aves.


III – A VACINAÇÃO

A única forma de salvação, mesmo num canaril contaminado, é a vacinação. A vacina é condicionada em pequenos frascos com uma dose para cerca de 200 canários.

A vacina (fig.1) deverá ser guardada até à sua utilização no frigorífico. Deve ser efectuada a vacinação em Setembro, “ fim da muda” em Portugal. Tanto os adultos como as jovens crias deverão ser vacinados. É difícil vacinar as aves, deve-se pedir ajuda a um amigo para segurar os canários. Para preparar a vacina, mistura-se os dois frascos: o primeiro contém pó (vírus liofilizado) e o segundo contém o solvente (fig.2). O modo de emprego é o seguinte: deita-se o líquido no frasco que contém o pó, agita-se bem até que o pó fique completamente dissolvido no líquido (fig.3).

A vacina para a varíola dos canários é a [b]Poulvac P Canary 50 doses[/b], o problema infelizmente reside na pouca disponibilidade da mesma no nosso país, tendo conseguido adquirir algumas no estrangeiro, através de amigos residentes.



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Aspecto exterior da embalagem




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Interior da embalagem(estojo completo)



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As várias fases da preparação da vacina,mistura do pó no liquido.



Uploaded with ImageShack.usPara proceder à vacinação, deverá utilizar-se agulhas intra-cranianas com 5/10 de diâmetro e 16 milímetros de comprimento.
Vacina-se segurando o canário de ventre para cima (pernas para baixo), abre-se a asa do canário, estendendo-a, seguidamente sopra-se ficando a descoberto a membrana alar.
Molha-se a agulha na vacina, pica-se a membrana perpendicularmente, tendo o cuidado de não tocar as penas, para que a mini-gota não fique nas penas, não picando evidentemente nenhum osso ou músculo (fig.4). Todas as aves no canaril têm que ser vacinadas no mesmo dia e é necessário fazer um período de quarenta, ou seja, não pode sair nem entrar no canaril nenhuma ave durante 2 semanas, após a vacinação.
[b]VACINA:[/b] A vacina antivariolíca administrada aos canários contém o vírus da varíola do canário de virulência atenuada por 400 passagens sobre culturas de tecidos: fibroblastos de galinha.

Esta vacina protege durante um ano. O que é importante do ponto de vista prático é que as vacinas
são totalmente inofensivas. Mas elas dão origem nos organismos às mesmas reacções que oferecia a doença grave.



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Sequência da vacinação



Por outro lado, uma ave atacada de varíola se conseguir debelar a doença sem necessidade de vacinação fica imunizada para sempre. Por fim, uma ave vacinada não apresenta nenhum perigo se ela é introduzida num canaril, onde os animais não estão vacinados passando o período de quarentena de duas semanas.

CONCLUSÃO/REFLEXÃO A varíola, flagelo actual dos canaricultores, pode ser combatida por todos nós se actuarmos em conformidade e atempadamente.
Espero que este artigo tenha ajudado a reflectir melhor sobre esta doença terrível. Peço a especial atenção à nossa Direcção para a questão, pois derivado a logística, só seria possível com a sua colaboração conseguir ter a vacina à disposição de todos os associados. Caso contrário, não haverá meios para combater esta odiosa doença.
Bibliografia:Retirado do site: [url=http://www.criadourokakapo.com]www.criadourokakapo.com[/url]
Fotos retiradas da revista Alcedo.
Despeço-me desejando a todos um excelente ano de criações.
Obs: Este artigo foi escrito por mim para ser editado na revista nº.5 do Gloster Clube de Portugal do qual sou sócio fundador.
Barreiro, 02 de Janeiro de 2008

Fonte:

Sexta-feira, 20 de Agosto de 2010

As aves a banharem-se(diáriamente)

Aqui fica a foto das minhas aves a banharem se na gaiola que dá acesso para a voadeira.
Cumprimentos


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Sexta-feira, 13 de Agosto de 2010

Limpezas

Pois é,terminou a criação,tenho todas as aves na grande voadeira em muda,agora tenho andado nas limpezas,gaiolas,estrados,bebedouros,comedouros,ninhos,poleiros tudo fervido para desinfectar muito bem,hoje também esteve cá um canalizador no meu canaril,esteve a colocar um lava loiça,pois muita falta fazia agora tudo é mais simples,depois de tudo lavado e desinfectado irei desisfestar o canaril á semelhança dos outros anos ou seja com um produto para o efeito,depois de o colocar, o Canaril irá permanecer fechado o resto do corrente mês(Agosto),só voltado abrir aquando a preparação das aves para as exposições,até lá ficará fechado.
Uma boa muda para as vossa aves.
Cumprimentos

Quinta-feira, 5 de Agosto de 2010

Fim da criação 2010

Chegou hoje ao fim a criação(pelo menos para mim) de 2010.
Foi de longe a melhor época de sempre,com 20 casais anilhei 152 aves o que traduz uma média de 7 aves por casal,o que é uma média excelente,é francamente um saldo muito positivo,agora resta-me esperar que façam uma optima muda e que estas tenham a qualidade esperada para poder participar nos concursos a que me proponho.
Uma boa muda para as aves de todos vós.
Cumprimentos
Eduardo Garcia

Quinta-feira, 22 de Julho de 2010

Aves que necessitam de cites

Entretanto posso assegurar que os certificados CITES são necessários para todos os Psitacideos , excepto Periquitos ondulados , Agapornis Roseicollis , Caturras e Ring Necks .

Quanto aos exoticos está a lista abaixo ...



PSITTACIFORMES spp. (II)

(excepto para as espécies
incluídas no anexo A e excluindo
as espécies Agapornis
roseicollis, Melopsittacus
undulatus, Nymphicus hollandicus
and Psittacula krameri,
que não são incluídas
nos anexos do presente
regulamento)


(Nome cientifico )
(Nome comum )

ANEXOS I
Papagaios, etc.
Cacatuidae
Cacatuídeos
Cacatua goffini (I)
Catatua de Goffini
Cacatua haematuropygia (I)
Catatua das Filipinas
Cacatua moluccensis (I)
Catatua das Molucas
Cacatua sulphurea (I)
Catatua de crista amarela
Probosciger aterrimus (I)
Catatua das palmeiras
Loriidae
Loriídeos
Eos histrio (I)
Lori azul e vermelho
Vini spp. (I/II) (a Vini ultramarinaconsta
do anexo I, as
restantes espécies constam
do anexo II)
Loris azuis
L 123/30 PT Jornal Oficial da União Europeia 19.5.2009
Anexo A
Anexo B
Anexo C
Nomes vulgares
Psittacidae
Psitacídeos
Amazona arausiaca (I)
Papagaio de pescoço
vermelho
Amazona auropalliata (I)
Papagaio de nuca amarela
Amazona barbadensis (I)
Papagaio de ombros
amarelos
Amazona brasiliensis (I)
Papagaio do Brasil
Amazona finschi (I)
Papagaio de Finsch
Amazona guildingii (I)
Papagaio de S. Vicente
Amazona imperialis (I)
Papagaio imperial
Amazona leucocephala (I)
Papagaio de Cuba
Amazona oratrix (I)
Papagaio de cabeça amarela
Amazona pretrei (I)
Papagaio de faces vermelhas
Amazona rhodocorytha (I)
Papagaio de faces laranja
Amazona tucumana (I)
Papagaio Tucuman
Amazona versicolor (I)
Papagaio versicolor
Amazona vinacea (I)
Papagaio vináceo
Amazona viridigenalis (I)
Papagaio manchado de verde
Amazona vittata (I)
Papagaio de Porto Rico
Anodorhynchus spp. (I)
Araras azuis
Ara ambiguus (I)
Arara verde grande
Ara glaucogularis (I)
Arara de garganta azul
Ara macao (I)
Arara escarlate
Ara militaris (I)
Arara military
Ara rubrogenys (I)
Arara de fronte vermelha
Cyanopsitta spixii (I)
Arara de Spix
Cyanoramphus cookii (I)
Periquito de peito amarelo
da Ilha Chathan
Cyanoramphus forbesi (I)
Kakariki
Cyanoramphus
novaezelandiae (I)
Papagaio de Coxen
Cyanoramphus saisseti (I)
Periquito cornudo
Cyclopsitta diophthalma coxeni
(I)
Papagaio nocturno
Eunymphicus cornutus (I)
Arajuba
Guarouba guarouba (I)
Papagaio de ouvidos
amarelos
Neophema chrysogaster (I)
Papagaio terriola
Ognorhynchus icterotis (I)
Papagaio orelhudo
Pezoporus occidentalis (possivelmente
extinta) (I)
Periquito de barriga laranja
Pezoporus wallicus (I)
Arara de cabeça azul
Pionopsitta pileata (I)
Arara de asa azul
Primolius couloni (I)
Periquito de asas douradas
Primolius maracana (I)
Papagaio de poupa
19.5.2009 PT Jornal Oficial da União Europeia L 123/31
Anexo A
Anexo B
Anexo C
Nomes vulgares
Psephotus chrysopterygius (I)
Papagaio de Parpa
Psephotus dissimilis (I)
Periquito das Maurícias
Psephotus pulcherrimus (possivelmente
extinta) (I)
Periquito do paraíso
Psittacula echo (I)
Periquito de garganta azul
Pyrrhura cruentata (I)
Papagaio de bico grosso
Rhynchopsitta spp. (I)
Periquitos do México
Strigops habroptilus (I)
Kakapo


Quanto a " exoticos " apenas para as aves abaixo descritas ........
( A fauna europeia será considerada como um anexo I )


PASSERIFORMES
Atrichornithidae
Atricornitídeos
Atrichornis clamosus (I)
Ave do matagal ruidosa
Cotingidae
Cotinguídeos
Cephalopterus ornatus
(III Colômbia)
Anambé preto
Cephalopterus penduliger
(III Colômbia)
Anambé de manto comprido
Cotinga maculata (I)
Cotinga de bandas
Rupicola spp. (II)
Galos da Rocha
Xipholena atropurpurea (I)
Anambé de asa branca
Emberizidae
Emberizídeos
Gubernatrix cristata (II)
Cardeal amarelo
Paroaria capitata (II)
Cardeal de bico amarelo
Paroaria coronata (II)
Cardeal do Sul
Tangara fastuosa (II)
Pintor verdadeiro
Estrildidae
Estrildídeos
Amandava formosa (II)
Bengalim tigre verde
Lonchura fuscata
Pardal de Timor
Lonchura oryzivora (II)
Pardal de Java
Poephila cincta cincta (II)
Diamante de babete preto
Fringillidae
Fringilídeos
Carduelis cucullata (I)
Pintassilgo da Venezuela
Carduelis yarrellii (II)
Pintassilgo do Nordeste

Insectivoros


L 123/28 PT Jornal Oficial da União Europeia 19.5.2009
Anexo A
Anexo B
Anexo C
Nomes vulgares
Icteridae
Icterídeos
Xanthopsar flavus (I)
Pássaro negro de capuz
amarelo
Meliphagidae
Melifagídeos
Lichenostomus melanops cassidix
(I)
Melifagideo de capacete
Muscicapidae
Muscicapídeos
Acrocephalus rodericanus
(III Maurícias)
Felosa dos arbustos de
Rodrigues
Cyornis ruckii (II)
Papa moscas azul de Ruck
Dasyornis broadbenti litoralis
(possivelmente extinta) (I)
Pássaro de pêlo castanho
Dasyornis longirostris (I)
Felosa ruiva do Oeste
Garrulax canorus (II)
Tordo ruidoso canoro
Leiothrix argentauris (II)
Rouxinol da China
Leiothrix lutea (II)
Rouxinol do Japão
Liocichla omeiensis (II)
Rouxinol de Omei Shan
Picathartes gymnocephalus (I)
Pássaro das rochas de pescoço
branco
Picathartes oreas (I)
Pássaro das rochas de pescoço
cinzento
Terpsiphone bourbonnensis
(III Maurícias)
Papa moscas do paraíso das
Maurícias
Paradisaeidae
Paradisaeídeos
Paradisaeidae spp. (II)
Ave do paraíso
Pittidae
Pitídeos
Pitta guajana (II)
Pita de bandas
Pitta gurneyi (I)
Pita de Gurney
Pitta kochi (I)
Pita de Koch
Pitta nympha (II)
Pita de asa azul
Pycnonotidae
Picnonotídeos
Pycnonotus zeylanicus (II)
Bulbul de Ceilão
Sturnidae
Esturnídeos
Gracula religiosa (II)
Mainá de Java
Leucopsar rothschildi (I)
Mainá de Rothschild
Zosteropidae
Zosteropídeos
Zosterops albogularis (I)
Pássaro de lunetas de peito
branco


PICIFORMES
Capitonidae
Capitunídeos
Semnornis ramphastinus
(III Colômbia)
Tucano barbudo
19.5.2009 PT Jornal Oficial da União Europeia L 123/29
Anexo A
Anexo B
Anexo C
Nomes vulgares
Picidae
Picídeos
Campephilus imperialis (I)
Pica-pau imperial
Dryocopus javensis
richardsi (I)
Pica-pau de barriga branca
da Coreia
Ramphastidae
Ranfastídeos
Baillonius bailloni
(III Argentina)
Aracari banana
Pteroglossus aracari (II)
Aracari de bico branco
Pteroglossus castanotis
(III Argentina)
Aracari castanho
Pteroglossus viridis (II)
Aracari limão
Ramphastos dicolorus
(III Argentina)
Tucano de bico verde
Ramphastos sulfuratus (II)
Tucano de bico chato
Ramphastos toco (II)
Tucano toco
Ramphastos tucanus (II)
Tucano sol de papo branco
Ramphastos vitellinus (II)
Tucano de bico preto
Selenidera maculirostris
(III Argentina)
Aracari de bico manchado

Fonte:
http://cobl.no.sapo.pt/