sexta-feira, 18 de junho de 2010

Importância da luz adequada

A lâmpada para aves saudáveis Arcadia


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* Produz cores naturais excelentes e iridescentes
* 2,4% de UVB e 12% de UVA para aves saudáveis
* Aperfeiçoa os hábitos de alimentação e reprodução

Porque é que se precisa de uma lâmpada própria para aves?

Ao contrário dos seres humanos, as aves vêem os raios UV que fazem parte da luz natural do sol.
As aves utilizam os raios UV para a alimentação e para a reprodução. A vida sem os UV seria como se os seres humanos vissem tudo a preto e branco, ou ainda pior.
Mesmo assim os seres humanos seriam capazes de diferenciar os sexos.
Algumas raças de aves precisam dos UV para os diferenciar.

Quando a ave não vive ao ar livre deve receber raios UV. As lâmpadas de iluminação doméstica não os produzem. E, a maior parte das lâmpadas domésticas deturpam a cor natural da visão da ave.
A lâmpada Arcadia para aves foi concebida para oferecer todos os raios UV que as aves precisam, e para realçar as cores naturais.

A importância da luz de espectro total


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Sem uma fonte equilibrada de luz, o ciclo oculo-endócrino (luz para a glândula pineal e para a glândula pituitária) é afectado. Isto afecta todos os aspectos da vida da ave. Uma iluminação inadequada pode provocar agitação, picagem, enfraquecimento, problemas respiratórios e metabólicos.



Síntese da vitamina D3

As aves necessitam da vitamina D3 para um desenvolvimento saudável do esqueleto.

Muitas espécies podem sintetizar a vitamina D3 da luz solar através da pele. Especificamente, é a presença dos raios UVB que o permite.

Como a pele das aves está coberta com penas, elas não podem utilizar a própria pele para o fazer. Na maioria das aves, a glândula uropigeal recolhe a pré-D3 do sangue, e acumulando-a nos óleos glandular. Estes são depois expostos á radiação UVB quando a ave limpa e cuida da plumagem. Mais tarde a ave ingere materiais expostos aos UV quando volta a limpar e a cuidar da sua plumagem, e o óleo entra no organismo como pré-vitamina D. O fígado e os rins transformam esta em vitamina D3.

Qual é a diferença entre o sistema de visão humano e o das aves

A retina do olho contém cones que, quando estimulados por diferentes comprimentos de ondas de luz, transmitem a informação de cor ao cérebro. Num ser humano, há três tipos de cones, que lhe permitem a percepção de três cores primárias, sendo elas o vermelho, o verde e o azul. A isto chama-se visão tricromática. A combinação destas cores permitenos a visualização de milhares de cores diferentes. As aves têm um quarto cone, sensível á radiação UV, podendo desta forma identificar quatro cores primárias, e a cor adicional é a dos UV. Isto chama-se visão tetracromática.

Nos seres humanos, os raios UV não passam através da lente do olho, mas nas aves isso não acontece.

Pesquisas recentes detectaram que algumas aves podem ver até cinco cores primárias (isto é: têm visão pentacromática), sendo capazes de diferenciar dois tipos de comprimento de ondas UV.



A importância dos UV para uma ave

Uma ave em cativeiro pode ficar privada da radiação UV. Os raios UV da luz do sol que entra pela janela são eliminados (vidros e cortinas). Além disso, as fontes normais de iluminação doméstica não emitem UV. Assim existe de facto a necessidade de adicionar radiação UV, o que se consegue com a Arcadia - lâmpada para aves.

As penas das aves reflectem os raios UV. Esta reflexão da plumagem desempenha um papel na selecção sexual das aves. A criação tem mais êxito quando os UV estão presentes.

As aves, como as mynah, que para os olhos humanos são negras, aparecerem aos olhos das aves com várias cores. Acontece o mesmo com as aves brancas.

A percepção UV desempenha um papel significativo na selecção da comida. Os frutos maduros e as bagas parecerão de cores diferentes às aves. As flores em polinização reflectem os UV de uma forma que permite a sua localização pelas aves. Uma ave come aquilo que vê. Com os UV os vermelhos são mais vermelhos e os verdes são mais verdes. Uma ave relutante a comer precisa dos raios UVA para estimular o seu apetite.



Os UV na orientação

A percepção dos UV é utilizada pelas aves para sua orientação. Através da polarização (direcção) do sol, uma ave detecta de que lado vem a luz. Isto permite-lhe voar na direcção correcta.



Tipos de iluminação não recomendados para aves

As lâmpadas incandescentes, incluindo as de neodímio não emitem UV e por isso não são adequadas para aves.
As lâmpadas com UVB elevados, tais como as lâmpadas para répteis, podem causar cataratas, e não devem por isso ser utilizadas para aves.
As lâmpadas para aquários não apresentam uma relação correcta de vermelho / azul, e também devem ser evitadas.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Requesição de anilhas

Nota – À frente da data do pedido de anilhas, encontra-se a data prevista para a entrega das mesmas

1º PEDIDO: até 16 de Julho de 2010 (03-10-2010)
2º PEDIDO: até 10 de Setembro de 2010 (19-12-2010)
3º PEDIDO: até 10 de Dezembro de 2010 (27-02-2011)
4º PEDIDO: até 02 de Fevereiro de 2011 (24-04-2011)

domingo, 23 de maio de 2010

Está a chegar o fim da criação...

Pois é meus amigos,a criação está praticamente a chegar ao fim,mais uma etapa se aproxima,a muda,mas antes disso,muitos dos meus casais encontram-se a fazer a 3ª e ultima postura.
A criação para mim já deveria ter terminado,isto porque quando terminei a 1ª postura,que foi optima,diga-se de passagem eu sempre pensei que não hiria ter anilhas suficientes,como tal acabaria assim que termina-se as anilhas,mas a situação inverteu-se morreram-me alguns machos,as fêmeas não alimentavam as crias e estas também morriam com 20 dias aproximadamente,sim as fêmeas,isto porque como me morreram os machos não tinha machos suficientes para todos os casais e tive que optar por trabalhar com 1 macho para 3 fêmeas.
Assim que eu comecei-me aperceber que as fêmeas não estavam a dar conta do recado,comecei a colocar um macho com a fêmea onde tinha crias,as que ainda se encontravam a chocar ficavam sozinhas até estas nascerem e assim tenho feito e tem corrido bem.Neste momento tenho 85 aves anilhadas e mais outras tantas por anilhar.
Agora espero que termine da melhor maneira,se bem que os meus ágatas mosaicos não criaram lá muito bem,mas em compensação os meus intensos(Ágatas amarelos e castanhos amarelos) criaram muito bem,mas vamos lá ver como decorre a muda,só no final desta é que eu posso dar a minha opinião quanto há qualidade das mesmas...
Continuação de boas criações para todos vós!

terça-feira, 18 de maio de 2010

Os meus trofeus

Sei que a época de exposições e campeonatos ainda está distante e a criação ainda está a decorrer, mas aqui fica os meus troféus ganhos até agora,espero este ano poder juntar mais alguns,vamos lá ver...


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quinta-feira, 22 de abril de 2010

domingo, 18 de abril de 2010

Continuação da criação

Hoje foi dia de dar a papa e nutribird,aos casais que têm crias e também de anilhar algumas crias,tenho dois ninhos com cinco crias e outro com quatro crias que cada um deles tem uma cria que nem anda nem desanda,não crescem mas tem muito apetite,no entanto os outros medram e aqueles não..mas já o ano passado sucedeu isso,são crias com problemas que mais tarde acabam por morrer..no entanto a criação está a correr muito bem,tenho todos os casais com crias excpto uma fêmea que tem cinco ovos todos galados,que deverão nascer entre hoje e amanhã.
Neste momento tenho 65 aves anilhadas,o que é optimo tendo em conta que ainda me falta fazer uma postura se tudo correr bem.
Ontem foi dia de dar Ivomec ás crias que foram para a voaeira(40 aves),tenho mais 15 para passar daqui a uma semana e as restantes encontram-se ainda dependentes dos projenitores.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Mais um dia

Mais um dia,hoje foi dia de dar água,comer,papa e ver como estávamos de nascimentos,pois tenho aves a nascer até dia 19 deste mês.
Ouço,a mioria de colegas meus e de amigos a queixarem-se,de que a criação está a correr mal,mas a mim até nem me posso queixar,tenho até ao momento 68 aves nascidas,55 anilhadas,40 das quais já se encontram separadas(na voadeira) a comer sozinhas.
É claro que não me está a correr a 100%,é muito dificil,pois à sempre uma ou outra fêmea que não me agarra ao choco,o macho que desmancha o ninho,agora em questão de ovos galados,tenho a mioria, se não mesmo mais de metade,o que é excelente dado ás circunstâncias.
Mas só vou fazer contas,ou melhor contas finais,quando já tiver acabado a criação e as crias se encontrarem na voadeira,até lá vamos vendo como é que as coisas correm.
Desejo a todos uma optima criação.

sábado, 10 de abril de 2010

SEPARANDO OS FILHOTES

Este artigo tem a intenção de mostrar mais um método de separação dos filhotes, sem que você tenha os conhecidos problemas quando este momento chega. Os principais problemas a que me refiro são os constantes ataques dos pais contra seus filhotes, ou uma separação precoce que não permite que os filhotes aprendam a comer as sementes corretamente, muitas vezes levando-os à morte, ou nos obrigando a alimenta-los manualmente.
O método a que me refiro é a retirada da fêmea da gaiola de criação colocando-a em outra gaiola, quando os primeiros filhotes estão entre o 30º e o 35º dia de vida. Deixe apenas o macho na gaiola, para que ele termine o trabalho de alimentar e ensinar os seus filhotes.
Após 10 dias aproximadamente você poderá separar todos os filhotes, sem que os mesmos tenham sido atacados e comendo normalmente.
Logo em seguida retorne a fêmea para a gaiola. Você verá que em função do pequeno período que o casal esteve separado, logo lembrarão um do outro como se não tivessem sido divididos.
Assim que aprendi a utilizar a inseminação artificial, e conseqüentemente aprendi a retirar o esperma dos machos, utilizo-me deste método para avaliar a produção de esperma dos machos que estão na gaiola de criação. Descobri que os machos deixam de produzir esperma logo que seus filhotes nascem, e continuam sem produzi-lo até que seu trabalho de alimentação e educação dos filhotes esteja terminado. Acredito que desta forma os machos perdem a sua virilidade, facilitando o seu trabalho, ajudando a fêmea a cuidar de seus filhotes.
Como sabemos, quando os filhotes começam a deixar o ninho e às vezes até antes, a fêmea começa a se preparar para novo postura de ovos. É nesse período que os maiores problemas aparecem. Os filhotes normalmente são expulsos do ninho pela fêmea e alguns machos começam a produção de esperma novamente, passando a atacar seus filhotes como vemos o macho tentando galar alguns de seus filhotes. Já outros machos continuam sem produzir esperma, cuidando de seus filhotes, porém, infelizmente não conseguindo encher os primeiros ovos postos pela fêmea.
Se separarmos a fêmea como eu proponho, ela poderá descansar durante estes 10 dias, enquanto o macho cuida dos filhotes. Quando ela retorna para a gaiola, os filhotes já não estão mais lá, e o macho poderá tranqüilamente cortejar a fêmea se prepara para nova postura. A

terça-feira, 6 de abril de 2010

SEPARAÇÃO PRECOCE, PROVOCA A MORTE DOS FILHOTES

Revista ACCJ-2001
Artigo Editado em 28 Dez 2003

Quase sempre a culpa é exclusivamente do criador que, na ânsia de liberar o casal para nova ninhada, retira os filhotes prematuramente os quais, sem condições ainda de se alimentar corretamente, definham e morrem. A fim de evitar tais transtornos, observe bem o comportamento de seus canários, só deverá separar os filhotes quando tiver a certeza de que eles estão a comer sozinhos; se porém, no decorrer da criação de uma ninhada você perceber que os pais estão a querer preparar para uma nova postura e por isso começam a arrancar as penas dos filhotes, faça uso da diviusão da gaiola, deixando os pais de uma lado e os filhotes do outro, a fim de que possam ser alimentados através das grades. Outra recomendação: Retire os poleiros do lado dos filhotes para que eles se mantenham mais tempo ao nível do estrado, facilitando o trabalho dos pais.
A colocação de comedouros com papa em local adequado no lado dos filhotes facilita o aprendizagem, tornando-os independentes em períodos mais curtos.

sábado, 3 de abril de 2010

AS MANIFESTAÇŐES MELÂNICAS NOS CANÁRIOS DE COR

Todo criador de canários já ouviu falar exaustivamente sobre as melaninas como elemento integrante da cor dos pássaros da "linha escura". Este componente da cor, apresenta variantes extremamente interessantes e a sua compreensăo é muito importante para o nosso desempenho nos concursos.
Tentaremos analisá-las da forma maissimples para poder melhorar o conhecimento das mesmas.
As melâninas presentes na plumagem dos canários pode ser divididas em 2 grandes grupos: Eumelaninas e Feo_melaninas.

TONALIDADES
Eu-melaninas: se apresentam em duas tonalidades diferentes: marrom e negra.
EU-MELANINAS NEGRAS: está presente exclusivamente nos canários cobres e suas mutaçőes e nos ágatas e suas mutaçőes.
Eu-melanina marrom: está presente nos canários canelas e suas mutaçőes e nos isabelinos e suas mutaçőes.
Feo-melanina: se apresenta numa tonalidade marrom "chocolate" ou "bege". Está presente em todos os canários da linha escura.
A título de comentário, podemos dizer que recentemente, apareceu na Espanha uma mutaçăo que muda a tonalidade da feo-melanina de marrom para o preto, mas esta mutaçăo ainda năo está reconhecida oficialmente.

DISTRIBUIÇĂO
As eu-melaninas, tanto pretas como marrons, se apresentam de duas formas diferentes na plumagem: 1) desenho, 2) envoltura
1)Desenho: A eu-melanina tem como característica principal a sua concentraçăo no centro das penas. A superposiçăo das penas com concentraçăo de eu-melanina no centro provoca um verdadeiro desenho na plumagem dos canários, principalmente no dorso e flanco, aparecendo estrias bem características. Nos canários cobres, azuis, verdes e canelas, estas estriais de eu-melanina devem ser o mais largas, escuras e contínuas possíveis.
Nos canários ágatas o desenho deve ser o mais fino possível, além do negro e entrecortado.
Nos canários isabéis deve ser fina, nítida, de tonalidade bege e entrecortado.
2)Envoltura: além da presença concetrada do centro das penas, a eu-melanina também se apresenta em forma "dispersa" em toda a plumagem formando um conjunto de tonalidade característica chamado de envoltura.
Nos canários azuis, cerdes e cobres, a visualizaçăo da envoltura é muito fácil, considerando que a eu-melanina é negra e nesses canários deve apresentar a sua máxima expressăo. Olhando por exemplo o peito desses canários, apreciamos a presença da envoltura da eu-melanina negra sem desenho, o que facilita a compreensăo do conceito de envoltura.
Nos canários canelas, a eu-melanina marrom também deve apresentar a maior presença possível de envoltura, dando ao conjunto de plumagem uma tonalidade marrom o mais escura possível.
Nos exemplares ágata e isabel, a envoltura deve ser o mais reduzida possível, sendo esta característica a que mais o diferencia dos anteriores. Desta forma, quando olhamos o peito do ágata e isabéis, devemos poder apreciar a cor de fundo (branco, amarelo ou vermelho) o mais nítida possível.
As feo-melaninas tem como expressăo mais característica, a presença na regiăo periférica das penas, sempre numa tonalidade que varia do bege ao marron "chocolate".

IDENTIFICAÇĂO
A eu-melanina é a mais fácil de distinguir, por se tratar da única que apresenta a cor preta. As feo-melaninas e eu-melaninas marrons, apresentam bastante dificuldades quando juntas, devido a que ambas săo marrons, variando apenas a sua tonalidade, fato este que exige bastante experięncia para uma correta identificaçăo.

PADRŐES PARA JULGAMENTO
Nos canários chamados "clássicos"(azuis, verdes, cobres, ágatas, cabelas e isabéis), a presença de feo-melanina deve ser a maior possível, permitindo uma maior nitidez nos desenhos e envoltura desses exemplares.
A presença de feo-melanina também é indesejada em todas as outras expressőes melânicas em que deve aparecer desenho em forma de estrias. Desta forma podemos dizer que a presença de feo-melanina é indesejada em todas as cores de canários da linha escura. Com exceçăo dos canários canelas, pastel isabel, pastel e feos. No caso dos canários canelas opalinos, temos notado na prática que quando utilizados reprodutores com presença de feo-melanina extremamente reduzida, os filhotes apresentam um desenho extremamente reduzido, razăo pela qual temos concluído que nos canela opalinos, embora a presença de desenho eu-melânico e o elemento mais importante, podemos aumentar a carga melânica dos filhotes utilizando reprodutores com feo-melanina.

ACASALAMENTO
Feitas as observaçőes acima, devemos concluir qur dependendo da cor que desejamos obter, será um tipo de reprodutor a utilizar. Considerando por exemplo que desejamos obter um canário canela pastel de excepcionais qualidades, concluímos que devemos utilizar reprodutores com pouco desenho e bastante carga de feo-melanina, o mesmo ocorrendo com os canários feos. Já no caso dos canários clássicos, sempre devemos procurar a reduçăo da feo-melanina. Um excelente canela tem muito pouco feo-melanina, razăo pela qual deverá ser acasalado dentro de um plantel de feos. Já os melhores canelas para obter feo-inos, devem apresentar a maior carga feo melânica possível, e por este motivo, quanto melhores forem para produzir feo-inos, piores serăo como exemplares de concurso.
Como comentário final, gostaria de enfatizar como elemento de extrema importância no ęxito do seu produto, o profundo conhecimento da cor a ser desenvolvida. Utilize sempre como ponto de partida o objetivo final a ser perseguido e em funçăo dele, realizar-se os acasalamentos corretos. Quando o objetivo final é obter canários clássicos, fixe bem a sua atençăo na prioridade do desenho envoltura e ausęncia de feo-melanin, etc. conhecendo bem o seu objetivo final, tenho certeza que saberá escolher sempre o caminho certo. Boa Sorte!!

Álvaro Blasina
Juiz OBJO/FOB de Canários de Cor
Fonte:http://www.criadourokakapo.com/

segunda-feira, 29 de março de 2010

Entrega de prémios da COFF


Mesa de prémios


Prémio obtido,resultado da classificação geral 13º com 29 pontos classificado em 45 participantes.


O mesmo prémio,mas tirado em ângulo diferente.


Certificado de presença.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Acasalamentos de Canários de Cor

Revista SOBC 1998
Arquivo editado em 25/04/2005

Nunca acasale

com fator vermelho x sem fator vermelho
linha clara x linha escura
diluídos x oxidados
mosaicos x nevados
dominante ou recessivo x com fator vermelho
dominante x marfim ou portador
ágata x féo
ágata x satinado
pastel x opal
pastel x satinado
pastel x féo
satinado x féo
féo x opal
opal x satinado
dois fatores diferentes de diluição de melaninas mesmo que sejam apenas dois portadores.
Todos os acasalamentos acima gerarão pássaros atípicos ou fora da nomenclatura atual, se não na primeira geração, nas subseqüentes.

Ainda não devem ser acasalados:
intenso x intenso
dominante x dominante
Pois nesses acasalamentos ocorre o fator sub-letal, matando parte dos
embriões e gerando parte dos filhotes debilitados.
Obs.:
Alguns acasalamentos não aconselháveis podem ser feitos visando aprimorar determinadas qualidades. Por exemplo: acasalar mosaicos da linha clara com mosaico da linha escura, para obter mosaicos da linha escura bem caracterizados.
Entretanto, esses acasalamentos devem ser feitos exclusivamente por criadores experientes e que possuam um plantei grande.

Acasale sempre
linha clara x linha clara
linha escura x linha escura
sem fator x sem fator
com fator x com fator
nevado x intenso
nevado x dominante
nevado x recessivo
mosaico x mosaico
diluído x diluído
oxidado x oxidado
TABELAS
A - Lipocromo
1 - intenso x nevado
prole: machos e fêmeas intensos e nevados
2 - mosaico x mosaico
prole: machos e fêmeas mosaicos
3 - nevado x dominante
prole: machos e fêmeas nevados e dominantes
4 - nevado x nevado
prole: machos e fêmeas nevados, porém esse acasalamento gera pássaros com excesso de névoa e de plumagem.
Obs.: mosaicos x intenso. Podem ser acasalados, visando intensificar o lipocromo nas zonas índices dos mosaicos e reduzir o excesso de plumagem.
Contudo, só depois de algumas gerações e de acasalamentos consangüíneos obtém-se bons resultados.
B - Diluídos x Diluídos
l - (M) ágata x (F) Isabel
prole: machos ágatas portadores de Isabel fêmeas ágatas
2 - (M) ágata x (F) ágata
prole: machos e fêmeas ágatas
3 - (M) isabel x (F) Isabel
prole: machos e fêmeas isabéis
4 - (M) isabel x (F) ágata
prole: machos ágatas portadores de isabel
fêmeas isabéis
5 - (M) ágata portador de Isabel x (F) isabel
prole: machos isabéis
machos ágatas portadores de isabel
fêmeas isabéis
fêmeas ágatas
6 - (M) ágata portador de Isabel x (F) ágata
prole: machos ágatas
machos ágatas portadores de isabel
fêmeas isabéis
fêmeas ágatas
C - Oxidados x Oxidados
1 - (M) negro-marrom x (F) negro-marrom
prole: machos e fêmeas negro-marrons
2 - (M) negro-marrom x (F) canela
prole: machos negro-marrons p/canela
fêmeas negro-marrons
3 - (M) canela x (F) negro-marrom
prole: machos negro-marrons p/canela
fêmeas canelas
4 - (M) canela x (F) canela
prole: machos e fêmeas canelas
5 - (M) negro-marrom p/ canela x(F) negro-marrom
prole: machos negro-marrons
machos negro-marrons p/canela
fêmeas canelas
fêmeas negro-marrons
6 - (M) negro-marrom p/ canela x (F) canela
prole: machos negro-marrons p/canela
machos canelas
fêmeas canelas
fêmeas negro-marrons
Os canários negro-marrons oxidados são os verdes, azuis e cobres.
Porém na tabela quando aparece o termo negro-marrom não podemos esquecer que os cobres, ao contrário dos verdes e azuis, têm fator vermelho. Os acasalamentos corretos são:
verde x verde
verde x canela amarelo ou prateado
verde x azul
azul x canela amarelo nevado
cobre x cobre
cobre x canela vermelho
canela x canela
Obs.:
Os acasalamentos com negro-marrons portadores de ágata ou Isabel e canelas portadores de isabel, não foram feitos porque esses pássaros descendem de acasalamentos incorretos.
D - Pastel - Satínê - Marfim
1 - (M) puro x (F) normal
prole: machos portadores fêmeas puras
2 - (M) puro x (F) pura
prole: machos e fêmeas puros
3 - (M) normal x (F) normal
prole: machos e fêmeas normais
4 - (M) normal x (F) pura
prole: machos portadores fêmeas normais
5 - (M) portador x (F) normal
prole: machos normais machos portadores
fêmeas normais
fêmeas puras
6 - (M) portador x (F) pura prole: machos portadores
machos puros
fêmeas normais
fêmeas puras
Esses fatores são caracterizados por gens ligados ao sexo masculino. Não existindo fêmeas portadoras, porque apenas um gen é suficiente para a caracterização desses fatores no fenótipo das fêmeas.
E • Recessivo - Opal - Ino (Féos) Topázios
1 - (M) puro x (F) normal
prole: machos e fêmeas portadores
2 - (M) puro x (F) pura
prole: machos e fêmeas puros
3 - (M) puro x (F) portadora
prole: machos puros
machos portadores
fêmeas puras
fêmeas portadoras
4 - (M) normal x (F) normal
prole: machos e fêmeas normais
5 - (M) normal x (F) pura
prole: machos e fêmeas portadores
6 - (M) normal x (F) portadora
prole: machos normais
machos portadores
fêmeas normais
fêmeas portadoras
7 - (M) portador x (F) normal
prole: machos normais
machos portadores
fêmeas normais
fêmeas portadoras
8 - (M) portador x (F) pura
prole: machos puros
machos portadores
fêmeas puras
fêmeas portadoras
9 - (M) portador x (F) portadora
prole: machos puros machos normais
machos portadores
fêmeas puras
fêmeas normais
fêmeas portadoras
Esses fatores são caracterizados por gens recessivos, que necessitam estar em dose dupla para sua caracterização no fenótipo e independem do sexo dos pássaros acasalados, por isso nota-se que na prole o fenótipo e o genótipo dos machos e das fêmeas são sempre iguais e que nos casais l e 5, 3 e 8, 6 e 7 a prole é idêntica.
Obs.:
Os canários de olhos vermelhos da linha clara (albinos, lutinos e rubinos) devem ser acasalados como satinês e não como inos, porque no Brasil atualmente quase todos os pássaros dessa linha descendem de satinês

Fonte:http://www.criadourokakapo.com/